O que é feito com o lodo de esgoto

Baboseira oriundo de época de tratamento de esgoto pode se reintegrar matéria-prima de um resíduo para ervas e de um condicionador de solo. É o que possui revelado uma estudo conduzida há 3 anos pela Embrapa em coadjuvação com a Parentela Riograndense de Saneamento (Corsan), do Rio Grande do Sul.


Em uma das avaliações realizadas, o baboseira de esgoto foi higienizado e por isso empregado como elemento de resíduo para mudas, e trouxe resultados de produtividade de fitomassa entre 10% e 20% superiores a alguns substratos comerciais usados como referência. Além de ótimo para as ervas, a uso do baboseira efetua uma finalidade aberta a este medula, ajudando para a sustentabilidade ambiental.


Os resultados vêm de um trabalho-piloto executado em solo sul-rio-grandense com lodos de quatro distintos regiões do estado. Os cientistas alertam que estes resíduos não podem ser aplicados de modo direto no solo ou resíduo, sob perigo de contaminação. A estudo desenvolve exatamente formas de tratamento viáveis para estes lodos e avalia seu performance enxada.

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Destino certo ao medula de esgoto


A ideia surgiu da intenção de se permitir um destino mais inerte aos resíduos sólidos gerados em estações de tratamento de esgoto da Corsan, chamados lodos de esgoto. Estes materiais vinham sendo destinados a aterros sanitários. Conduzindo-se exemplos de experiências bem-sucedidas de utilização enxada de baboseira de esgoto em mais estados, como Paraná, São Paulo e Distrito Federal, a Embrapa e a Corsan começaram o trabalho analisando as qualidades regionais de cada baboseira, a partir de procedimentos de máscara e reconhecimento de possíveis contaminantes orgânicos e inorgânicos.


Destino certo similarmente ao medula do tratamento de água


Os lodos de época de tratamento de água (Letas), no momento em que descartados de modo direto na classe, geram impactos ambientais significativos. Os Letas são formados especialmente por partículas bastante pequenas de argilominerais e de assunto orgânica, a quantidade mais rica do solo, que ficam suspensas na água bruta e que chegam à época de tratamento para retirada e tratamento. As etapas de floculação e decantação buscam guardar estes sedimentos e presentear água bebível à indivíduos, porém geram grandes quantidades de baboseira bagunçado ao intermediário floculante, podendo similarmente regular nutrientes, o que lhe efetua potencialidade para utilização enxada.


Essa fraqueza com assunto orgânica pode similarmente aumentar a personalidade de acúmulo de água em certos tipos de solos, especificamente aqueles bastante arenosos, e similarmente provocar alguns macronutrientes como cálcio, magnésio e potássio. Essas qualidades tornam os Letas interessantes para a lavradio em determinados tipos de solo.


Como os Letas também não contem um marco legal para aplicação em solo enxada, a estudo vem gerando informações que, posteriormente, poderão subsidiar uma asserção de leis sui generis que regulamente seu utilização na lavradio.


Lodos precisam ser tratados e corrigidos antes do utilização


Os lodos de época de tratamento de esgoto (Letes) são gerados por meio da biomassa microbiana que decanta ao longo o processamento de tratamento do esgoto atroz, no qual os microrganismos decompositores e a própria assunto orgânica digerida do esgoto se acumulam no fundo dos tanques das Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs).


Este baboseira é cheio de ar, fósforo, cálcio e magnésio, e possui também diversos micronutrientes, porém oferece perigo à saúde humana se não for desinfetado de modo correto. Além dos processos conhecidos e normatizados pela leis brasileira para a saneamento de Letes, a estudo está avaliando o processamento de carbonização para que ele seja melhor empregado no meio enxada.


O projeto-piloto começou com a coleta e máscara física, química e biológica dos resíduos de Estações de Tratamento de Água (ETAs) nos municípios de Gravataí, Rio Grande e Santa Maria; e de ETEs em Passo Fundo, Rio Grande e Santa Maria. De acordo com o cientista da Embrapa Adilson Luís Bamberg, depois de essa etapa, estão sendo conduzidas avaliações e identificações dos melhores processos de revisão desses resíduos para seu utilização sem riscos e efetivo na lavradio.


” Não é possível a uso do material dos Letes direto ao solo de uma lavração, é necessário realizar a saneamento – por compostagem ou por carbonização – e no caso dos Letas, similarmente trabalhamos ele apenas depois de revisão, uma vez que se não for acoimado, libera alumínio, ferro e manganês em graus que são tóxicos para a água e à maior parte das ervas “, explica o cientista.


Técnicas para uso dos lodos e resultados


No utilização de Letas, os lodos gerados são coletados nos processos de desaguamento: centrifugação em leitos de secagem ou por secagem térmica. O processamento final do produto envolve conformidade granulométrica e revisão das deficiências. Já os Letes, ainda que utilizem os mesmos processos de desaguamento, precisam mudar pela etapa de saneamento. O processamento final será capaz de se permitir também pela técnica de peletização ou granulação para favorecer a subdivisão e aplicação do produto no campo.


Impacto no utilização de resíduos na fabricação enxada
Os resíduos sólidos oriundos das ETAs e ETEs usualmente são destinados aos aterros sanitários de vários municípios no Rio Grande do Sul. Por meio desse projeto-piloto, vislumbra-se proporcionar melhor destino para mais de 140 mil m3 de lodos úmidos gerados anualmente pela Corsan. O Rio Grande do Sul delonga seguir exemplos como o da Parentela de Saneamento do Paraná (Sanepar), que destinou 107 mil toneladas de Lete no formato de fertilizante a pequenos e médios agricultores entre 2011 e 2013. Com essa porção é possível fertilizar mais de dez mil hectares, apresentando uma economia estimada de mais de dez milhões de reais para os produtores.


Durante de anos, o Brasil tornou-se um grande produtor de alimentos, biocombustíveis e fibras, porém é bastante correlativo de matérias-primas importadas, cerca de 70%, para construção de insumos agrícolas ( especialmente, 76% dos fertilizantes nitrogenados, 43% dos fertilizantes fosfatados e 91% do cloreto de potássio foram importados em 2015).


De acordo com pesquisa da pesquisadora da Embrapa Rosane Martinazzo, há baixa fabricação nacional e precariedade de preços no mercado externo de fertilizantes, o que fragiliza o parecer do Brasil em correlação à sustentabilidade de sua fabricação enxada e bota o desacato de pesquisa de explicações opção para o setor. Além disso, o Brasil tem uma miríada de resíduos e coprodutos de processos agroindustriais que várias vezes são descartados inadequadamente no meio local, podendo ser melhor aproveitados na lavradio como fontes de nutrientes, diz a pesquisadora.


Considerando também a eventualidade de crescimento drástico do algarismo de domicílios atendidos por sistemas de coleta e tratamento de esgoto no Rio Grande do Sul, a Embrapa e a Corsan se antecipam ao perspectiva futuridade de crescimento do volume de lodos de esgoto originado como resultado da universalização do saneamento básico. Acredita-se que o volume de lodos de esgoto gerados no estado possa duplicar nos próximos dez anos.

FONTE:
https://www.cpsolutions.com.br/produtos-e-servicos/estacao-de-tratamento-de-esgoto/4?gclid=Cj0KCQjw6IfoBRCiARIsAF6q06uSGEL4gwTTgzbUR0k1QE_E-TNqsSniXkdNvUUCQL0dNzXqVMETR-saAvBMEALw_wcB