Plataforma de Streaming

Uma palavra que a grande grande maioria das pessoas tem escutado com bastante frequência ultimamente é streaming. Muito se fala em streaming de vídeo e streaming de áudio, mas muita gente ainda não entende o verdadeiro definição dessa palavra ou o que ela diz respeito a em termos de tecnologia e acesso a conteúdo.

Acesse Site: Entenda como funciona o Streaming

Principalmente para quem está tentando abrir um negócio e quer se aventurar no empreendedorismo digital, mais importante do que compreender o que significa streaming, é entender a relevância que o streaming de vídeo vem recebendo devido as oportunidades que ele oferece para quem quer começar a Obter dinheiro na internet. Essa nova tendência online tem revolucionado a forma como as pessoas consomem conteúdo e, inclusive, tem se tornado concorrência pertubante para grandes player do mercado televisivo.

Pensando nisso, montamos este artigo para deixar claro todas as suas dúvidas sobre o tema e inclusive dar dicas de como você pode fazer o streaming de seus conteúdos em vídeo de forma segura, estável e com todos os recursos que seu projeto precisa.



Streaming é uma tecnologia que, através da internet, proporciona o envio de informações multimídia para computadores e outros dispositivos sem comprometer sua conexão com a internet ou exigir um tempo de espera para download e acesso ao conteúdo. Basicamente, uma vez conectado a internet, um dispositivo é capaz de reproduzir arquivos como vídeos e áudios ao mesmo tempo que faz o download desses conteúdos — ou seja, o usuário pode acessar os arquivos mais rapidinho enquanto as informações estão sendo carregadas.

O termo stream em inglês significa córrego, riacho, e é daí que veio o termo streaming, com a ideia de remeter a essa noção de fluxo, transmissão, que é tão fundamental para o sucesso absoluto dessa a estratégia de mercado.  Atualmente, grandes empresas como o Netflix, o Crackle, o Spotify e o Tidal utilizam essa tecnologia para que os usuários possam assistir vídeos e ouvir músicas de modo instantaneo — e já servem de inspiração: hoje diversas empresas e empresários, observando esse movimento, têm começado a investir em projetos de streaming de vídeos próprios.

Sempre que falamos em streaming de vídeos, falamos na Netflix — e não é da boca para fora: a empresa, fundada (acredite ou não) em 1997, é o maior exemplo da vanguarda do vídeo sob demanda.



Quando criada, em 1997, a Netflix se categorizava como um serviço online de locação de filmes – isso é, por meio de um serviço de assinatura mensal, os clientes podiam comprar ou alugar uma quantidade ilimitada de produções cinematográficas, que chegavam em sua casa pelo correio. Em 2007, com a popularização do streaming, a Netflix ampliou seus negócios e passou a disponibilizar se conteúdo online, de forma que seus assinantes passaram a poder subir seus filmes de maneira instantânea, sem ter que sofrer com downloads longos e (possivelmente) cheios de vírus.

Mas não para por aí: percebendo o dinâmica da população para o mundo digital e, principalmente o aumento do consumo de conteúdo online e a consequente queda do conteúdo televisivo, a empresa deu um passo a frente: criou a primeira série exibida Totalmente online, House Of Cards, consagrando-se, em 2012, como a primeira TV online. De lá pra cá, investindo em mais conteúdos exclusivos da plataforma, a Netflix cresceu nada mais nada menos do que em 81,1 milhões de assinantes.



A partir daí, diversas outras empresas do segmento televisivo e cinematográfico passaram a criar sua própria plataforma de streaming de vídeo, a fim de competir com o poder da vanguardista Netflix. Com essa Alteração na forma de se produzir e consumir conteúdo, que vem acontecendo de forma incrivelmente rápida, de acordo com para pesquisas da BCG e RIA, hoje já contamos com uma parcela de 75% de tráfego de dados online por conta de streaming de vídeo, com expectativas de crescimento a cada ano.

Apesar desse novo apelo ao digital, Carlos Henrique Schröder, diretor-geral da Globo, a TV como conhecemos hoje não vai acabar. “A experiência de observar uma à TV numa tela grande, no sofá de casa, é insubstituível. O que observamos, é uma evolução da oferta digital”, diz em entrevista à revista EXAME. “Estamos trabalhando em um futuro a curto prazo. O público terá cada vez mais liberdade de escolha, alternando momentos em que vai desejar ver a programação ao vivo com outros em que o conteúdo será consumido sob demanda. (…) O diferencial competitivo estará no conteúdo”, conta sobre o futuro da Rede.